Por ocasião do 13 de maio, instigamos nosso sócio-fundador, hoje pesquisador, Tarcísio José Martins, a escarafunchar uma velha pesquisa que iniciara nos anos de 1990 a respeito do maior herói da advocacia brasileira e da abolição: Luis Gama.
Já naquele tempo, Tarcísio encontrou inúmeras inconsistências nas histórias levadas a público, inclusive sobre a mãe do “negro sublime” e outros aspectos de sua vida.
A carta que Luiz Gama teria escrito a Lúcio de Mendonça em 25 de julho de 1880 é a única fonte que informa que ele nasceu na Bahia e que o nome de sua mãe é Luíza Mahim. Será que Luíza Mahim existiu mesmo? Ou teria sido inventada apenas para desestimular investigações que pudessem descobrir quais teriam sido os seus verdadeiros pais?

Aliás, onde estão os originais dessa famosa carta, com a letra do Luiz Gama? Por que teria sido publicada somente em 13 de maio de 1931 pelo jornal O Estado de São Paulo, a pedido do professor José Feliciano de Oliveira que, então, morava em Paris, França?

Clique aqui e veja no site MGQUILOMBO o texto de 11 páginas sobre as inconsistências da história repetida por anos a fio sobre este herói nacional.